Como o Planejamento Urbano pode contribuir para o ecossistema

Em ecologia, meio ambiente/ecossistema é:

“O local onde existe as relações entre os seres vivos, bem como seus comportamentos perante os meios físicos, químicos e biológicos locais, sempre mantendo o espaço em equilíbrio”

 Um reflexo para você que lê este artigo: já imaginou os efeitos que podem ocorrer em um ambiente caso haja a perturbação deste equilíbrio? Qual seria o impacto que isso pode causar em nossas vidas?

Quando pensamos nas cidades, um dos grandes ofensores para o desequilíbrio ambiental é o seu crescimento desordenado e sem um planejamento urbano adequado, isso porque é este planejamento urbano que define o correto parcelamento do solo, para que sejam respeitadas as destinações mínimas de uso de solo, ocupação e áreas verdes, que mantenham justamente este equilíbrio do ecossistema. Sem este equilíbrio, as relações entre os seres vivos que ali residem ou mesmo tem influência indireta, podem entrar em colapso. Independentemente de serem humanos ou outra espécie de animal, estamos todos conectados, e todos sofreremos de alguma forma o impacto deste equilíbrio, até culminar em sua própria extinção.

 Um exemplo de PLANEJAMENTO URBANO é a obrigatoriedade ao empresário da destinação de no mínimo 20% de áreas permeáveis, que serão tratadas paisagisticamente e tendo aprovado o Projeto de Paisagismo junto a municipalidade. Isso irá possibilitar em um pensamento sobre o equilíbrio do espaço urbano e nosso bem-estar.

É pensando nessas e outras políticas e ações que a Semana Nacional do Meio Ambiente, bem como outros encontros e conferências internacionais são criadas: para de mostrar à sociedade os problemas causados pela exploração dos recursos naturais. Essas ações têm extrema importância, principalmente no momento em que vivemos com o avanço da tecnologia, que demanda cada vez mais uma maior quantidade de matéria-prima, é por essa e outras que é de suma importância conscientizar a população dos benefícios obtidos através de sua preservação.

Existem marcos importantes para essa evolução de pensamento e políticas, como os Encontros internacionais em Estocolmo (1972), a ECO-92, Rio+10 e a Rio+20 que foram algumas organizações que reuniram líderes de todo o mundo com apenas um objetivo: A preservação da natureza.

Essa conservação deve e só irá acontecer se existirem políticas que regularizem a exploração consciente dos recursos naturais e o desenvolvimento sustentável, além de nortear os projetos ambientais de novos empreendimentos, com criação de espaços próprios para a natureza, como as áreas permeáveis e as áreas verdes.

Aqui a APROVO, incentivamos e mantemos nossos ESPECIALISTAS na área ambiental focados nesse bem-estar humano e atualizando -se através de todas as políticas de preservação, como a Agenda-21, onde se fala do desenvolvimento e da exploração de forma sustentável. Principalmente pelo fato de que estes encontros sobre políticas públicas geram discussões e embates a respeito das leis que devem ser impostas a fim criar espaços urbanos que visem o bem-estar da população. Isso faz com que mantenhamos todos os projetos atuais e em desenvolvimento atualizados com a legislação vigente, mantendo assim o equilíbrio do ecossistema, e também nos mantém informados a respeito das necessidades futuras do próprio ecossistema, ou seja, não é por que ainda não virou lei em vigência, que não devemos estar atualizados de boas práticas urbanísticas, afim de manter o equilíbrio e o bem-estar de todos! Não é mesmo?

Sendo assim, é imprescindível que o mundo entenda e tenha conscientização sobre as melhores práticas de ocupação e planejamento urbanístico, para que os ecossistemas do planeta não entre em desequilíbrio e para que o poder público, o poder privado, junto a sociedade possam continuar desenvolvendo, aprovando e cuidando de espaços verdes criados por ferramentas importantes como os projetos de paisagismo, que não são meramente para estética verde de áreas, mas para a preservação de nosso ecossistema e que o descuido para com o nosso entorno pode acarretar danos irreversíveis.

Temos que permitir a evolução e o desenvolvimento, mas que a exploração seja feita de forma sustentável e consciente, permitindo às gerações futuras o bem estar de um ambiente equilibrado.

Espero que com esse artigo, possamos juntos conscientizar e evoluir como profissionais que não só entregam resultado para os empreendimentos, mas também para a sociedade e nosso ecossistema.

Se você tem dúvidas sobre paisagismo, conservação ou projetos urbanísticos, ou tem interesse em desenvolver bons projetos de paisagismo, que entregam RESULTADOS ao empreendimento e a sociedade como um todo, entre em contato nos canais abaixo com nossos especialistas da APROVO PROJETOS, Temos os projetos com melhor custo benefício AMBIENTAL e FINANCEIRO para seus empreendimentos!

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